domingo, junho 21, 2015

21 de Junho • 16h38m

A chegada do momento mais ansiado do ano justifica um regresso.
Tudo que precisamos é apenas de um bom pretexto.
Olá verão!

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sábado, fevereiro 14, 2015

amor de robô

[directamente de 14 de novembro 2014 para 14 de fevereiro 2015]

Ao criar uma nova conta no gmail fui presenteada com a declaração mais romântica do dia.
Ai, google, google, se não fosses tu.

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sexta-feira, novembro 14, 2014

loading...

Post dedicado à Moskki, provavelmente a única leitora deste blog, vai daí, merece.

– transmission will resume shortly –

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segunda-feira, setembro 08, 2014

happy (even if) apart

 O que acontece quando deixamos a filha pródiga em mãos alheias 
durante meia-dúzia de dias ?

 Acontece ela ter umas férias tão boas (ou melhores) como nós.
[e crédito a quem tão bem dela cuidou! obrigada PS!]

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sexta-feira, agosto 29, 2014

vidas complicadas

O que fazer quando ficamos com uma uva gorda entalada no ralo do lavatório?

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terça-feira, agosto 19, 2014

a lamber feridas

Ouch!
Facas novas na cozinha = dedinhos das mãos feitos em tiras.

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segunda-feira, abril 28, 2014

grão por grão

Antes que o mês se fine e aqui só consiga regressar na próxima estação, 
sucinto retrato da actualidade:
Grainy days, a mastigar areia.
Com a terrível falta de uma pitada de sal.

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sexta-feira, abril 11, 2014

a pipilar desde 2008

E faz hoje 6 anos que a minha vida passou ao estado de estar recorrentemente nestes preparos: de rabo para o ar e cócó na mão.
Lamento, mas não há grandes floreados para abonecar a verdade e, quer queiramos quer não, não há cortina de glamour possível de camuflar a situação. É o que é.
.....pausa para respirar fundo.....
Enfim, convenhamos, podia ser bem pior, e a recompensa final (de longe) vale o frete.
Muito grata, só posso dizer que ao longo dos anos houve quem, pontualmente, se oferecesse para partilhar esta tarefa.
Tais heróis mal regressados da sua missão, são imediatamente bombardeados com o invariável questionário:
– Então? Não houve encontros imediatos?
– Não... (entenda-se, no caminho não se cruzaram com nenhuma outra fêmea canídea).
– E a criança, pipou?
– Pipou... Pipou duas vezes.
– Linda! E poopar? Poopou?
– Tivemos de dar 3 voltas aos quarteirão mas lá poopou.
– Ah! Milú da mamã, linda menina, linda menina!
Ah!, e já agora: parabéns Milecas de mi corazón! :D
[apanhada em flagrante]

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terça-feira, março 25, 2014

cão escaldado tem medo de água fria?

Ao agitar um tabuleiro com batatinhas noisette a assar no forno (claramente com demasiado ímpeto), meia dúzia saltaram e cairam no chão.
Sempre acompanhada, tal sombra, pela filha pródiga que me segue todos e quaisquer movimentos, passados uns instantes ouvi um ténue ganido e patas em fuga da cozinha.
Então Milú Maria, não és tu que gostas de coisas escaldantes?

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domingo, março 23, 2014

falling apart

Há quase um ano, o vão de uma das 4 janelas da minha sala desabou devido a graves infiltrações na empena, coisa entretanto resolvida com obras que houve no prédio. No entanto, no interior as mazelas permaneceram e este fim-de-semana foi a vez de uma segunda janela se desfazer. A acompanhar a queda de barrotes, tijolos e caliça, 2 enormes blocos de cimento capazes de esfanicar esqueletos estatelaram-se com grande estrondo e densa nuvem de pó. 
Não houve vítimas, apesar da Milú ter-se ido esconder imediatamente debaixo da cama..., mas os danos materiais (e afectivos!) foram elevados:
***oh my heart aches! my heart aches!***
Jarro/vaso enorme (que eu adorava! buá!) – em fanicos.
Antúrio gigante que estava no vaso – múltiplas hastes e folhas quebradas, ficou todo torto, coitadinho.
Bomboneira de cristal – oferta de uma amiga de infância, há décadas – em fanicos.
Candeeiro vintage de cerâmica – decepado no top (buá!!!!).
Abat jour – feito em tiras.
Pequena estante de madeira – rachada ao meio.
Caixas cheias de livros – nem abri...
Estado geral da zona envolvente – a desgraça total.
***oh my heart aches! my heart aches!*** 
Fico com a sensação de que habito um castelo de cartas pronto a desmoronar-se, se bem que a Rainha de Copas também, e que eu saiba nunca nada disto lhe aconteceu. 
Mesmo sem riscos de mais algum pedaço de tecto cair (digo eu...), talvez seja desta que me convença a deixar de protelar as obras pesadas de que esta casa tanto precisa.
Nunca mais aprendo a lição. Off with my head! Oh, mas mesmo sem cabeça dói-me o coração, ai!

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quinta-feira, março 20, 2014

com hora marcada

Este ano não me esqueci! Este ano não me esqueci!
Até com post pré-datado, para chegar à hora exacta.
Bem-vinda Primavera! :)

(mas agora chega sempre com um dia de antecedência? hum?)

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domingo, março 16, 2014

um santo domingo para vocês também

Bons samaritanos do meu país, quando sentirem o ímpeto irresístivel de praticarem uma piedosa acção dominical, por favor, reconsiderem e ponderem as consequências dos vossos actos.
Vai uma pessoa e sua companhia canina, ambas felizes da vida, em passeio lânguido até ao supermercado. O clima está ameno, o céu azul, os passarinhos cantam e a perspectiva de voltar a ter o frigorífico (e a barriga) cheio, deixa-nos de bom humor.
Quase a chegar pensei em modo telepático via Milú: "estás cheia de sorte, agora enquanto esperas vais ficar aqui um bocadinho ao sol, coisa que adoras e de que precisas". E assim foi, atarrachei a bicha à entrada, num canto inundado com o solinho morno das 4h da tarde de um dia (ainda inverno) de Março. E lá fui à minha vidinha.
Passados uns 10 minutos comecei a estranhar o silêncio, dado que a rapariga é muito dada a cumprimentar toda a gente que entra ou sai. Vai daí, tal mãe galinha, larguei o cesto e fui à porta.
Nesse instante o coração parou, o sangue gelou e abriu-se uma cratera debaixo dos pés. Onde minutos antes estava uma Milú deliciada a absorver o calor, estava agora O vazio. Não sei quanto tempo passou, o mundo parou de girar, petrifiquei e o cérebro deixou de processar. Vazio, só vi o lugar vazio.
Ainda em estado catatónico lá consegui girar os olhos para a área em volta e vi um tufinho de pêlo, focinho no chão, amarrado a um poste uns 20 metros adiante e do outro lado da rua.
Que perdesse a compras e que os congelados derretessem, corri para a minha bolinha para ver se era real. Era! :)
Quanto aos anos de vida que perdi nestes micro segundos, posso passar a factura à alma caridosa que considerou que algum dono irresponsável e cruel (eu!!) tinha deixado o seu cão a arfar e a sofrer à chapa do sol. 
Mesmo a suspirar de tremendo alívio, como bónus ainda parti uma unha a desfazer os infinitos nós que conseguiram dar no fio da trela, tão ciosos estavam que a Milú não fugisse.
Ainda bem que há quem se preocupe com os animais, mas convém ter bom senso e pregar sustos capazes de provocar ataques cardíacos não faz parte da equação de "fazer o bem". Soubessem eles que em pleno Agosto obrigo (a muito custo, acreditem) a cadela a sair debaixo do sol do meio-dia, porque o que ela mais gosta é de fritar a moleirinha ao ponto do inconcebível. Na praia tem de ficar presa a 50 cm do guarda-sol, caso contrário vai para o meio do areal, no sítio mais escaldante, onde ninguém consegue sequer pôr os pés. No inverno dorme colada (entenda-se, literalmente encostada) ao radiador a óleo e enfia o nariz e os bigodes da grelha do radiador a gás. Já ouvi muitas vezes o fzzzzt de pêlo a ser chamuscado... Quando tem acesso a uma lareira, o caso é mais grave, com risco de se transformar numa galinha assada. O que querem, a miúda gosta de ambientes tórridos.
Oh well, regressadas a casa ainda com palpitações, o apetite desapareceu e isto só lá foi com um cházinho para acalmar os nervos e o estômago. 
Para a próxima dediquem-se a salvar gatinhos, pode ser?

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domingo, março 09, 2014

the not so fluffy life

 Decorrido um mês, encontro-me no mesmo estado de urdideira, completamente enrolada em novelos e em sério risco de criar borboto nos neurónios.
As malhas continuam a ser tecidas e em breve começarão a ver a luz do dia. 
Espero que eu também.

E claro, não sou a única a ressentir-me das trabalheiras. A Milú que confirme.

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domingo, fevereiro 09, 2014

potato, patato

Ao jantar com um grande amigo, a propósito de um tira-teimas que teve com outro amigo, sobre uma palavra:
ele – Pois, confirma-se, eu tinha razão! Até fui verificar ao Primpéran.
eu – Ao Priberam...
ele – Sim, ao Primpéran, o dicionário.
eu – Priberam...
ele – Hã?
eu – Primpéran são comprimidos para o enjoo...
ele – O que queres? Sou filho de médico! 
eu – Acabaram-se as favas? aah... então pode ser uma açorda.

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terça-feira, fevereiro 04, 2014

a umas malhas da felicidade

Aaah-ah! Eu sabia que bastava procurar só mais um bocadinho para encontrar a solução.
Ei-la: o homem ideal DIY! 
É só vantagens, não há como negar. Além de ser naturalmente fofinho, requer uma manutenção mínima. Vejamos, dia-sim dia-não vai à máquina, torce-se, estica-se e mete-se no estendal a secar. Em dias de festa – para impressionar os amigos –, dá-se um arzinho de ferro, et voilà!
Tão simples, é desta que vou ser feliz!

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domingo, fevereiro 02, 2014

meias e ligas


Quando toda a energia do no sense é canalizada para outros caminhos, pouco resta para estas pobres paredes. E o tempo passa... sem que nada de muito estrepitoso ou dramático tenha ocorrido, tirando o pequeno episódio em que a Milú engoliu por completo o tubo do meu creme para as rugas. Quem ficou claramente a perder fui eu, e depois de ter passado umas horas na dúvida se a deveria levar de charanga ao hospital para uma lavagem ao estômago, a rapariga teve apenas um leve agonio na manhã seguinte e, claro, ficou com as tripas muito sedosas. As minhas bochechas já não podem dizer o mesmo e devo ter ganho mais 3 vincos na testa, só da irritação >:(
E assim cá estamos, também enroladas num emaranhado de fios e agulhas que será o cenário diário durante os próximos meses. Há coisas mais enfadonhas e como a vidinha se escreve por linhas esticadinhas ou tortas, muitos pontos e algumas malhas caídas, tudo aparenta uma perfeita normalidade, hum. Como bónus, ando a descobrir que as fontes para inspiração são infinitas :)))

E para quem não partilhar do amor por canídeos, que tal um tatu?

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segunda-feira, janeiro 06, 2014

ti-ni-niii-ni-niii

Inserir a música Twilight Zone, sff: voltou a acontecer!
Prestes a sentir-me um fantasma assombrador do sono alheio,  fui informada que mais uma amiga sonhou comigo, desta vez miss mimi! Certamente com o poder da sugestão provocado pelas recentes chuvadas (que ela adora... eu sei), teve a visão de que o meu castelo se encontrava alagado! Um pesadelo, portanto...  
Parti um prato decorativo que adorava, deixei cair 2 molas da roupa na rua, queimei uma mão no forno, a Milú rasgou os meus collants favoritos, o meu cabelo continua uma desgraça mas, fora isso, – felizmente – a premonição não se concretizou e por aqui estamos, com cacos e mazelas, mas de pés secos. Em suma, tudo na normalidade, sim senhora, muito obrigadinha pela preocupação.
E devo acrescentar, para ficares inteiramente descansada: a casa ainda está recheada de chocolates, sobras do Natal. ;D

[nota: felizmente não tenho nenhum soutien Maidenform] 

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domingo, janeiro 05, 2014

impossible quest

Tal com em todas as passagens de ano de que tenho memória, também nesta última, tenho o pressentimento de que entrei no novo ano com uns segundos de atraso... nada que me surpreenda, enfim, é karma e faz parte do meu "charme".
O momento das 12 badaladas é sempre uma desorientação, nunca há uma televisão ou rádio para sincronizar o tempo, o pessoal tem todo horas díspares nos relógios ou telemóveis e a rolha do champagne insiste sempre em ficar entalada.
Mas este ano descontrai e desisti de proceder a todos os protocolos que ajudam ao caos da contagem decrescente. Daí ninguém me ter visto em cima de uma cadeira, periclitantemente equilibrada no pé direito, dinheiro numa mão e copo na outra. Quanto às intragáveis 12 passas desta vez mastigei-as calmamente, tal acepipes, sem me dar ao trabalho de tentar pensar aflita em desejos para 2014. Afinal perco-me sempre na listagem e – convenhamos – com maior ou menor variação, são sempre os mesmos e nem por isso se concretizam.
Por isso, apesar de muitos dos sonhos continuarem iguais, este ano vou ser modesta e insistir com os deuses para me concederem apenas uma ambição: a good hair day! 
Isso, o grau de frustração a que a minha cabeleira me fez chegar, não me faz suplicar por outra coisa e vou aplicar como resolução de ano novo uma busca incessante para conseguir uns fios de cabelo decentes.
Wishes, wishes, only wishes, eu sei, é pedir demasiado.

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quinta-feira, janeiro 02, 2014

entrar com a pata direita

Passar a meia-noite com os bigodes colados à lareira...

...e passar o dia seguinte a correr na praia, parece-me um excelente presságio 
para começar o novo ano.

nota da redacção: 
na imagem acima reproduzida miss Milú foi momentaneamente substituída pelo Coelho da Alice.
espaço publicitário: 
camisola de variados motivos jacquard, gentilmente oferecida no Natal pela tia Pat (como é tradição).
reclamação de fiel proprietária: 
necessita-se urgentemente de amplo closet, para arrumação de extenso guarda-roupa canino.


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terça-feira, dezembro 31, 2013

out with the old

Querido 2013, conseguiste a proeza de não teres sido um annus horribilis tão refinado como 2012 mas, ainda assim, foste cruel – muito cruel – e deixas muitas tristes recordações.
Vá 2014, chega-te à frente e mostra o que vales. And be gentle, please.
*tchim-tchim*

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