é natal

Caros amigos,
Finalmente a fadinha conseguiu aqui regressar depois da casa mais ou menos reformulada. Ainda queria apurar alguns detalhes mas isto não é nada fácil... e se vissem a casa deste lado do monitor, ai! até fugiam! Ando com os cabelos em pé e os pés no ar, com as mega arrumações e bricolages.
De qualquer forma, o Natal começou oficialmente nestas paredes. E com grande felicidade minha, confesso sem qualquer vergonha.
Ao longo dos anos tenho notado que a maioria dos meus amigos adquiriram um forte sentimento e discurso anti-natal; pela fantochada e hipocrisia que é, pela subversão dos valores, pela atitude consumista desenfreada, pela pseudo felicidade e riqueza imposta, pelo stress obrigatório. Pois é verdade, sim senhor, mas por vezes sinto que o discurso já não passa de um manifesto, algo automático, martelado e repetitivo.
Mas, apesar das verdades cruas, existem outras que podem ser genuínas e eu não abdico delas. Neste caso, mais do que uma questão de gosto, é para mim uma questão de grande prazer. Tal qual uma criança, ainda me deslumbro com as decorações brilhantes, com as luzes cintilantes, com as musiquinhas lamechas, com o cheiro do açúcar e canela na cozinha e a magia geral que paira pela casa. E se me provocarem muito, consigo afirmar que ainda acredito no Pai Natal ;-)
Alimento o Natal o melhor que posso com prendinhas, mimos, festas e jantares. Os amigos renitentes ainda me vão dando o benefício da dúvida e o desconto para me fazerem feliz e alinharem nas minhas tradições e manias. E acho que no fim, afinal também eles não se queixam...
Finalmente a fadinha conseguiu aqui regressar depois da casa mais ou menos reformulada. Ainda queria apurar alguns detalhes mas isto não é nada fácil... e se vissem a casa deste lado do monitor, ai! até fugiam! Ando com os cabelos em pé e os pés no ar, com as mega arrumações e bricolages.
De qualquer forma, o Natal começou oficialmente nestas paredes. E com grande felicidade minha, confesso sem qualquer vergonha.
Ao longo dos anos tenho notado que a maioria dos meus amigos adquiriram um forte sentimento e discurso anti-natal; pela fantochada e hipocrisia que é, pela subversão dos valores, pela atitude consumista desenfreada, pela pseudo felicidade e riqueza imposta, pelo stress obrigatório. Pois é verdade, sim senhor, mas por vezes sinto que o discurso já não passa de um manifesto, algo automático, martelado e repetitivo.
Mas, apesar das verdades cruas, existem outras que podem ser genuínas e eu não abdico delas. Neste caso, mais do que uma questão de gosto, é para mim uma questão de grande prazer. Tal qual uma criança, ainda me deslumbro com as decorações brilhantes, com as luzes cintilantes, com as musiquinhas lamechas, com o cheiro do açúcar e canela na cozinha e a magia geral que paira pela casa. E se me provocarem muito, consigo afirmar que ainda acredito no Pai Natal ;-)
Alimento o Natal o melhor que posso com prendinhas, mimos, festas e jantares. Os amigos renitentes ainda me vão dando o benefício da dúvida e o desconto para me fazerem feliz e alinharem nas minhas tradições e manias. E acho que no fim, afinal também eles não se queixam...
Etiquetas: fairy diary, xmas

